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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Maçonaria e Religião

 

A Maçonaria, dita Especulativa, redigiu as famosas "Constituições" em 1723, tendo como principais mentores o Reverendo Anderson, que era pastor protestante e "Doutor em Divindade" e o teólogo da época, Jean Theophile Desaguiliers, que era Capelão do Príncipe de Gales.


É interessante de se notar que a Maçonaria Operativa cresceu e prosperou sob o patrocínio e controle da Igreja Católica Romana e os dois Maçons acima descritos, apesar de possuírem pensamentos teológicos definidos, exigiram que a Maçonaria tivesse somente "um princípio Criador", que denomina "Grande Arquiteto do Universo", sem nada acrescentarem sobre reencarnação, ressurreição, inferno, paraíso, etc, etc, etc.


Nosso Mestre Eleutério Nicolau da Conceição, no seu livro "Maçonaria", pg 88, nos explica:


"a razão é simples: a nova instituição que estava sendo moldada a partir da antiga guilda de pedreiros tinha como princípio fundamental a fraternidade – acima das divisões humanas, tendências políticas, filosóficas ou religiosas. 


Se optassem por uma das definições teológicas já existente na época, estariam filiando a Maçonaria à instituição que emitira aquele conceito, e desse modo, afastariam todos aqueles que pensassem de maneira diferente; se propusessem uma nova concepção, estariam dando à Ordem os contornos de uma nova religião, e assim afastariam também os sinceros adeptos de todas as outras. 


Como nos ensina o Landmark 21 (Mackey), a Maçonaria jamais pretendeu ser uma religião, ou favorecer qualquer daquelas já existentes. Simplesmente deixa a seus membros a decisão de escolherem o caminho religioso que mais lhe agradar. 


O princípio de proibir discussão de religião e política dentro dos trabalhos de Loja deve-se à necessidade de evitar confronto de idéias, que pela sua natureza envolvente venham a suscitar animosidades que acabem por prejudicar a harmonia e fraternidade das reuniões, porquanto questões religiosas e políticas tem sido historicamente motivadoras de sangrentos conflitos, às vezes entre pessoas de uma mesma nação. 


Assim, enquanto não se alinha com qualquer das religiões já existentes, a Maçonaria também não deseja apresentar-se como sendo uma possível substituta. Não existe no pensamento maçônico a pretensão de apresentar a instituição como detentora de verdades mais amplas, superiores e profundas do que aquelas das religiões, sendo portanto, desprovido de significado falar-se de "Deus maçônico", ou de "conceito maçônico de Deus".


Contudo, mesmo sem desenvolver qualquer teologia, os landmarks estabelecem a importância fundamental de estar o Maçom vinculado a uma religião que admita um princípio criador, cuja caracterização, entretanto, é função dessas religiões, não da Maçonaria."



por M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

LÚCIFER

A palavra LÚCIFER tem uma origem tremendamente simples. Entretanto,
foi e é fruto dos "oportunistas" religiosos que, normalmente visando
obtenção de bens materiais, se aproveitavam e se aproveitam da
ignorância das pessoas. Desse modo, devido à convenientes
interpretações, tem essa palavra, hoje, diversos significados.

A origem correta é: portador(a) da luz (do Latim lucis = luz e ferre =
carregar, portar, trazer. Idem para o grego heosphoros), e era o nome
dado ao planeta Vênus, que é visível antes do alvorecer e que,
simbolicamente, seria o portador da luz do Sol que em breve estaria
brilhando.

Segundo o pesquisador iconográfico Luther Link, Isaias, na Bíblia fez
uma designação descritiva aplicada a uma metáfora referente aos
excessos de um "rei da Babilônia", e não a uma entidade em si: "Como
caíste do céu, o Lúcifer, tu que ao ponto do dia parecias tão
brilhante"

Isaias não estava falando do Diabo. Usando imagens possivelmente
retiradas de um antigo mito cananeu, Isaías referia-se aos excessos de
um ambicioso rei babilônico. (Wikipédia)

Aproveitemos as informações dessa Enciclopédia: "A expressão hebraica
(heilel ben-shahar) é traduzida como "o que brilha". A tradução
"Lúcifer" (portador de luz), deriva da Vulgata latina de Jerônimo e
isso explica a ocorrência desse termo em diversas versões da Bíblia.

Mas alguns argumentam que Lúcifer seja satanás e por isso, também foi
o nome dado ao anjo caído, da ordem dos Arcanjos. Assim, muitos nos
dias de hoje, numa nova interpretação da palavra, o chamam de Diabo
(caluniador, acusador), ou Satã (cuja origem é o hebraico Shai'tan,
Adversário). Os judeus o chamam de heilel ben-shachar, onde heilel
significa Vênus e ben-shachar significa "o luminoso, filho da manhã".
Alguns judeus interpretam Lúcifer como uma referência bíblica a um rei
babilônico. Mais tarde atradição judaica elaborou a queda dos anjos
sob a liderança de Samhazai, vindo daí a mesma tradição dos padres da
Igreja.

Segundo a igreja católica, Lúcifer era o mais forte e o mais belo de
todos os Arcanjos. Então, Deus lhe deu uma posição de destaque entre
todos os seus auxiliares. Segundo a mesma, ele se tornou orgulhoso de
seu poder, que não aceitava servir a uma criação de Deus,"O Homem", e
revoltou-se contra o Altíssimo. O Arcanjo Miguel liderou as hostes de
Deus na luta contra Lúcifer e suas legiões de anjos corrompidos; já os
anjos leais a Deus o derrotaram e o expulsaram do céu, juntamente com
seus seguidores. Desde então, o mundo vive esta guerra eterna entre
Deus e o Diabo; de seu lado Lúcifer e suas legiões tentam corromper a
mais magnífica das criaturas mortais feitas por Deus, o homem; do
outro lado Deus, os anjos, arcanjos, querubins e Santos travam
batalhas diárias contra as forças do Mal (personificado em Lúcifer).
Que maior vitória obteria o Anticristo frente a Deus do que corromper
e condenar as almas dos humanos aos infernos, sua morada verdadeira?"

Abrindo um parenteses: dá para se perceber que a imaginação do ser
humano não tem limites. Anjo... Arcanjo...o mais forte e belo dos
Arcanjos...auxiliares de Deus...Caramba! é interessante como se dá um
"comportamento totalmente humano" à Deus e muitos aceitam como se
fosse a coisa mais natural do mundo!

Na Enciclopédia do Mestre Nicola Aslan temos: "Entre os cristãos, esse
nome acabou por ser aplicado ao espírito do Mal. Esta denominação
nasceu, em certos Padres da Igreja, por alusão a várias passagens de
Isaias...em que o profeta anuncia a queda do rei da Babilonia e o
assombro que ela causa, nestes termos – Como é que caiste do céu, tu,
Lúcifer, astro da manhã? – Os padres aplicaram a palavra ao demonio,
anjo caído."

Sem mais comentários.



por M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
Fonte: Rede Colméia

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Curitiba não tem mais concessionárias de Motos Suzuki - Preocupante...

Uma a uma, as autorizadas da J. Toledo foram encerrando suas
atividades e hoje a cidade está sem nenhuma concessionária.

Postado por Evandro Klimpel Balmant

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Alguns anos atrás a capital paranaense era atendida por pelo menos 3
grandes lojas e rede de assistência autorizada, mas atualmente a maior
cidade do sul do Brasil parece ter saído dos planos da J. Toledo
(Suzuki do Brasil).

No histórico de fechamentos estão Rigon Motos, Barigui Motos, e mais
recente a Moto Centro, que até poucos dias só estava aberta para
limpar estoque.

Lamento ter que escrever esse post, principalmente por ser também um
proprietário de uma Suzuki e prejudicado por isso, logo agora que fui
contemplado em uma cota do Consórcio Suzuki e tive que ir buscar a
moto na loja de Ponta Grossa que fica mais de 100km daqui.

Há boatos de que a Savage Motos está em processo de aquisição de
concessão para abrir uma revenda autorizada na cidade até final do ano
de 2014.

Resta-nos esperar, e carimbar as revisões obrigatórias em Ponta
Grossa. Espero eu que não tenho feito o pior negócio da minha vida por
ter optado pela nova V-Strom ou invés da Triumph Tiger 800 XC, que
apesar da marca ter vindo para o Brasil há apenas 2 anos já tem uma
rede grande e opções bem interessantes.

Fonte: Turismo 2 Rodas

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Por isso que fico com minha Honda...

Transalp na cabeça!!!!!!

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Historinha serve de alerta para idosos saudáveis

Meu tio Tonico estava bem de saúde, até que sua esposa, minha tia
Marocas, a pedido de sua filha, minha prima Totinha, disse:

-Tonico, você vai fazer 70 anos, está na hora de fazer um check up com o médico.

- Para quê, estou me sentindo muito bem!

- Porque a prevenção deve ser feita agora, quando você ainda se sente
jovem, disse minha tia.

Então, meu tio Tonico foi ver um médico. O médico, sabiamente,
mandou-o fazer testes e análises de tudo o que poderia ser feito e que
o plano de saúde cobrisse.

Duas semanas mais tarde, o médico disse que os resultados estavam
muito bons, mas tinha algumas coisas que podiam melhorar. Então
receitou:

Comprimidos Atorvastatina para o colesterol.

Losartan para o coração e hipertensão.

Metformina para evitar diabetes.

Polivitaminas para aumentar as defesas

Norvastatina para a pressão.

Desloratadina em alergia.

Como eram muitos medicamentos, tinha que proteger o estômago, então
ele indicou Omeprazol e um diurético para os inchaços.

Meu tio Tonico foi à farmácia e gastou boa parte da sua aposentadoria
em várias caixas requintadas de cores sortidas.

Nessa altura, como ele não conseguia se lembrar se os comprimidos
verdes para a alergia deviam ser tomadas antes ou depois das cápsulas
para o estômago e se devia tomar as amarelas para o coração antes ou
depois das refeições, voltou ao médico. Este lhe deu uma caixinha com
várias divisões, mas achou que titio estava tenso e algo contrariado.
Receitou-lhe, então, Alprazolam e Sucedal para dormir.

Naquela tarde, quando ele entrou na farmácia com as receitas, o
farmacêutico e seus funcionários fizeram uma fila dupla para ele
passar através do meio, enquanto eles aplaudiam.

Meu tio, em vez de melhorar, foi piorando. Ele tinha todos os remédios
num armário da cozinha e quase já não saia mais de casa, porque
passava praticamente todo o dia a tomar as pílulas.

Dias depois, o laboratório fabricante de vários dos remédios que ele
usava, deu-lhe um cartão de 'Cliente Preferencial', um termômetro, um
frasco estéril para análise de urina e lápis com o logotipo da
farmácia.

Meu tio deu azar e pegou um resfriado. Minha tia Marocas, como de
costume, fez ele ir para a cama, mas, desta vez, além do chá com mel,
chamou também o médico.

Ele disse que não era nada, mas prescreveu Tapsin para tomar durante o
dia e Sanigrip com Efedrina para tomar à noite. Como estava com uma
pequena taquicardia, receitou Atenolol e um antibiótico, 1 g de
Amoxicilina. A cada 12 horas, durante 10 dias. Apareceram fungos e
herpes, e ele receitou Fluconol com Zovirax.

Para piorar a situação, Tio Tonico começou a ler as bulas de todos os
medicamentos que tomava, e ele ficou sabendo todas as
contra-indicações, advertências, precauções, reações adversas, efeitos
colaterais e interações médicas.

Leu coisas terríveis. Não só poderia morrer mas poderia ter também
arritmias ventriculares, sangramento anormal, náuseas, hipertensão,
insuficiência renal, paralisia, cólicas abdominais, alterações do
estado mental e um monte de coisas terríveis.

Com medo de morrer, chamou o médico, que disse para não se preocupar
com essas coisas, porque os laboratórios só colocavam para se isentar
de culpa.

- Calma, seu Tonico, não fique aflito, disse o médico, enquanto
prescrevia uma nova receita com um antidepressivo Sertralina com
Rivotril 100 mg. E como titio estava com dor nas articulações deu
Diclofenac.

Nessa altura, sempre que o meu tio recebia a aposentadoria, ia direto
para a farmácia, onde já tinha sido eleito cliente VIP.

Chegou um momento em que o dia do pobre do meu tio Tonico não tinha
horas suficientes para tomar todas as pílulas, portanto, já não
dormia, apesar das cápsulas para a insônia que haviam sido prescritas.

Ficou tão ruim que um dia, conforme já advertido nas bulas dos remédios, morreu.

No funeral, tinha muita gente, mas quem mais chorava era o farmacêutico.

Agora, tia Marocas diz que felizmente mandou titio para o médico bem
na hora, porque se não, com certeza, ele teria morrido antes.

Este e-mail é dedicado a todos os meus amigos, sejam eles médicos ou pacientes.

Qualquer semelhança com fatos reais, garanto, não será pura coincidência.


Assinado: Um sobrinho anônimo

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